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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; Oligopólio</title>
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		<title>Justiça de São Paulo chancela oligopólio dos bancos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 20:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cripto Ativo]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Oligopólio]]></category>
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		<description><![CDATA[A Justiça de São Paulo deu ganho de causa ao Banco do Brasil em disputa judicial contra a exchange Coinbr, que buscava manter sua conta corrente aberta junta a instituição bancária. Na segunda-feira (25), o juiz Rodrigo Galvão Medina, da <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4982">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo deu ganho de causa ao Banco do Brasil em disputa judicial contra a exchange Coinbr, que buscava manter sua conta corrente aberta junta a instituição bancária. Na segunda-feira (25), o juiz Rodrigo Galvão Medina, da 9ª Vara Cível de São Paulo preferiu a sentença, que chancela o &#8220;oligopólio&#8221; dos grandes bancos no país.</p>
<p>Do mesmo modo que  ocorrerá com a Coinbr, a Atlas Quantum também teve uma decisão recentemente desfavorável. A mera semelhança é que as duas empresas trabalham com criptomoedas, e o fato inusitado, a instituição Banco do Brasil foi vencedora em ambos casos.</p>
<p>No caso da Atlas quantum, em defesa, o Banco do Brasil sustentou que a atividade com criptomoedas não é regulada e que por isso foi encerrada a conta da Atlas Quantum. O juiz então, fundamentou que &#8220;<em>a instituição não tem obrigação de manter negócio com quem não deseja</em>”.</p>
<p>No caso da Coinbr, o juiz fundamentou que o sócio José Mascelvam Bezerra da Silva não conseguiram contestar o que fora argumentado pelo Banco do Brasil na inicial.</p>
<p><em>“Ora, pela conjugação dos elementos de convicção angariados aos autos pelo réu (BB), (…) depreende-se que as palavras dos autores (Coinbr) consignadas em petição inicial se mostraram extremamente incongruentes”.</em></p>
<p>Apesar de a Coinbr ter afirmado que a conta foi encerrada sem haver qualquer notificação prévia e motivo justificável, essa conta tinha menos de 30 dias e não havia qualquer movimentação, conforme demonstrou o Banco do Brasil.</p>
<h2>O CASO CONCRETO COINBR</h2>
<p>O Banco do Brasil sustentou que a atividade econômica real da autora Coinbr seria diferente daquela que foi informada ao banco e que isso lhe daria direito a encerrar a conta. Segundo o contrato social apresentado ao banco, o CNAE da empresa seria destinada a “serviços de informática”, sem quaisquer previsão acerca da comercialização de bitcoins.</p>
<p>Ainda, sustentou o Banco do Brasil que o sócio José da Silva “<em>em diversos meses transacionou valores incompatíveis com o rendimento declarado</em>”. Contudo, o referido sócio não fez prova contrária, apenas sustentando que que seria “para preservar o sigilo bancário”</p>
<p>Ao final, o Banco do Brasil disse ter observado o disposto na resolução 2.025/93 do Banco Central do Brasil. Em outras palavras, o dispositivo assegura à instituição bancária o direito de encerrar a conta do correntista quando verificada qualquer irregularidade de informações prestadas.</p>
<p>Assim, o juiz acolheu os argumentos do Banco do Brasil derrubando a decisão liminar, que anteriormente havia concedida à corretora, que manteve a conta aberta até a referida sentença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Vinicius Ferrasso da Silva</p>
<p>www.ferrrasso.com.br</p>
<h3></h3>
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