<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; Princípio da Igualdade</title>
	<atom:link href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?feed=rss2&#038;tag=principio-da-igualdade" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ferrasso.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jan 2025 13:28:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.4</generator>
		<item>
		<title>No Carf, voto de desempate a favor da Fazenda é inconstitucional, dizem juízes</title>
		<link>http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4324</link>
		<comments>http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4324#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2018 17:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[CARF]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Princípio da Igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4324</guid>
		<description><![CDATA[Um dos principais fundamentos da Constituição Federal é o princípio da igualdade. Nos órgãos colegiados de decisão, isso quer dizer que os votos de alguns membros não podem valer mais que outros a ponto de mudar completamente a opinião expressa <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4324">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos principais fundamentos da Constituição Federal é o princípio da igualdade. Nos órgãos colegiados de decisão, isso quer dizer que os votos de alguns membros não podem valer mais que outros a ponto de mudar completamente a opinião expressa pela maioria do colegiado.</p>
<p>Com esses argumentos, a Justiça Federal no Distrito Federal anulou duas decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) definidas por voto de qualidade do presidente da turma julgadora.</p>
<p>No Carf, quando há empate de entendimentos, o presidente do colegiado vota de novo (o chamado “voto de qualidade”, para desempatar. Como o presidente das turmas é, por regra regimental, um conselheiro indicado pela Fazenda Nacional, os votos de qualidade tendem a ser a favor dos pedidos da Procuradoria da Fazenda.</p>
<p>Nos casos, os contribuintes só perderam porque o presidente do colegiado votou duas vezes, desempatando o placar em favor do Fisco, ao interpretar o Regimento Interno do órgão de maneira errada.</p>
<p>Para o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal, se há dúvida sobre a aplicação das leis tributárias, o voto de desempate deve favorecer o contribuinte. Segundo ele, é o que o manda o Código Tributário Nacional.</p>
<p>É o mesmo entendimento de diversos juristas sobre a matéria. O Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) defendeu a ideia em sugestão que enviou à Câmara dos Deputados para um projeto de lei que pretende acabar com o voto de qualidade. A Casa chegou a aprovar um texto que estabelecia que o empate sempre favoreceria o contribuinte, com base em dados do próprio Carf de que, dos 347 casos resolvidos por voto de qualidade em 2016, a Fazenda ganhou todos. A matéria ainda não foi discutida no Plenário.</p>
<p>Já a juíza Edna Márcia Silva Medeiros Ramos, da 13ª Vara Federal, decidiu que “o voto de qualidade, ou voto de Minerva, é reservado para aquelas situações em que, não tendo votado o presidente do órgão, o resultado da votação esteja empatado”.</p>
<p>Com as decisões, o Carf terá de julgar os processos novamente, sem a utilização do voto de qualidade. Os casos concretos tratam de multas aplicadas a companhias aéreas internacionais em suposto desrespeito à legislação aduaneira. O escritório Bernardi &amp; Schnapp Advogados defendeu as empresas.</p>
<p>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/carf-voto-qualidade.pdf" rel="noopener" target="_blank">aqui</a> e <a href="https://www.conjur.com.br/dl/voto-qualidade-carf.pdf" rel="noopener" target="_blank">aqui</a> para ler as decisões.<br />
1009633-76.2016.4.01.3400<br />
1001136-39.2017.4.01.3400</p>
<p>Por Marcelo Galli</p>
<p>Marcelo Galli é repórter da revista Consultor Jurídico.</p>
<p>Revista Consultor Jurídico, 17 de março de 2018</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ferrasso.com.br/blog/?feed=rss2&#038;p=4324</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
