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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; MP 627/13</title>
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		<title>MP 627/13 aumenta CSLL no lucro presumido sobre prestação de serviços</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 00:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[MP 627/13]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Com base na legislação atual, os prestadores de serviços que optarem pelo Lucro Presumido recolherão a CSLL sobre base de cálculo correspondente a 12%. Foram tantas as modificações à legislação tributária introduzidas pela MP 627/13 que os contribuintes ainda não <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=1198">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base na legislação atual, os prestadores de serviços que optarem pelo Lucro Presumido recolherão a CSLL sobre base de cálculo correspondente a 12%.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Foram tantas as modificações à legislação tributária introduzidas pela MP <a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI194911,101048-MP+62713+aumenta+CSLL+no+lucro+presumido+sobre+prestacao+de+servicos" target="_self">627/13</a> que os contribuintes ainda não tiveram tempo suficiente para assimilar todas elas.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Inicialmente, os olhares voltaram-se para aqueles temas que já vinham sendo noticiados pela mídia, como é o caso da tributação, pelas empresas brasileiras, dos lucros de suas coligadas e controladas situadas no exterior, ou ainda do tratamento fiscal a ser dado à diferença do lucro obtido pelas empresas entre 2008 a 2013 em função da adoção dos novos métodos e critérios contábeis trazidos pelas leis <a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI194911,101048-MP+62713+aumenta+CSLL+no+lucro+presumido+sobre+prestacao+de+servicos" target="_self">11.638/07</a> e <a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI194911,101048-MP+62713+aumenta+CSLL+no+lucro+presumido+sobre+prestacao+de+servicos" target="_self">11.941/09</a>, e aqueles vigentes até 31/12/07 (tributação x isenção).</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">No entanto, uma análise mais detida revela que existem outras modificações significativas. É o caso, por exemplo, do aumento da carga tributária da CSLL para prestadores de serviços, dentre outros, sujeitos à sistemática do Lucro Presumido.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Com base na legislação atual, os prestadores de serviços que optarem pelo Lucro Presumido recolherão a CSLL (alíquota de 9%) sobre base de cálculo correspondente a 12%.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Já a partir de 2015 (ou de 2014, para aqueles contribuintes que adotarem a MP 627/13 antecipadamente), a base de cálculo passará a ser idêntica à do IRPJ. Em outras palavras, a CSLL (mesma alíquota de 9%) passará a ser calculada sobre Lucro Presumido correspondente a 32% (e não mais sobre 12%) do total da receita bruta. Isto quase triplicará a CSLL devida neste caso.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Além dos prestadores de serviços em geral, também serão atingidos por este aumento:</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Intermediação de negócios;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de qualquer natureza;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); e</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">serviço de construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento de infraestrutura vinculados a contrato de concessão de serviço público, item recém incluído ao rol de atividades sujeitas ao Lucro Presumido com base no percentual de 32%.</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Apesar de a MP ter sido editada no início de novembro/13, até agora a Receita Federal não publicou os atos necessários à regulamentação da forma para opção dos efeitos já a partir de 2014. Sendo assim, resta pouco tempo aos contribuintes para analisar os efeitos da adoção antecipada da MP, o que, acredita-se, deverá ocorrer neste mês de janeiro/14.</span></p>
<p align="justify">Fonte: Migalhas</p>
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		<title>Pessoa física terá que tributar lucro de controlada estrangeira não distribuído</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2014 19:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[MP 627/13]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação sobre o lucro de controlada estrangeira não distribuído]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as diversas novidades trazidas pela MP 627/13 está o novo regramento aplicável às pessoas físicas detentoras de participação societária em sociedades estrangeiras. Com base nas disposições atualmente vigentes, a pessoa física que for sócia ou acionista de pessoa jurídica <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=856">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Dentre as diversas novidades trazidas pela MP <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2014/1/art20140102-06.pdf" target="_blank">627/13</a> está o novo regramento aplicável às pessoas físicas detentoras de participação societária em sociedades estrangeiras.</span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Com base nas disposições atualmente vigentes, a pessoa física que for sócia ou acionista de pessoa jurídica estrangeira deverá oferecer os lucros distribuídos à tributação pelo IR com base nas alíquotas presentes na tabela progressiva. Em outras palavras, para as pessoas físicas, prevalece o regime de caixa para tributação dos lucros oriundos de participações em sociedades estrangeiras.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">De forma a evitar que os lucros permaneçam indefinidamente no patrimônio líquido, sem distribuição (e sem tributação, consequentemente), a MP 627/13 determina que as pessoas físicas controladoras serão obrigadas a oferecer os lucros à tributação, pelo IRPF, na data do balanço em que tiverem sido apurados. Neste caso, os lucros estarão sujeitos ao imposto mensal (&#8220;carnê-leão&#8221;), o qual deverá ser recolhido até o último dia útil do mês seguinte ao da &#8220;disponibilização&#8221;.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Esta nova sistemática não é aplicável a todos os casos, mas apenas ao lucro produzido por sociedade estrangeira que se enquadre em pelo menos uma das situações abaixo:</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Esteja domiciliada em Paraíso Fiscal, ou beneficie-se de regime fiscal privilegiado<sup>1</sup>;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Seja submetida a regime de subtributação, assim entendido como aquele que tributa a renda a alíquota nominal inferior a 20%; ou</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A pessoa jurídica estrangeira não tiver seus documentos de constituição e posteriores alterações registrados em órgão público que permita acesso à composição societária.</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Significa dizer que os lucros apurados pelas offshores situadas em paraísos fiscais ou em localidades que dificultem a identificação dos sócios serão considerados automaticamente disponibilizados para fins de incidência do IRPF brasileiro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Além disso, a variação cambial entre a data da disponibilização presumida pela MP, e a do efetivo recebimento será tributada como ganho de capital.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Mas não é só. O novo regramento presumirá as pessoas físicas brasileiras como controladoras (doravante &#8220;sócio brasileiro&#8221;), quando, em conjunto com pessoas vinculadas, estas detiverem mais de 50% do capital votante da sociedade estrangeira. Para tanto, serão consideradas vinculadas ao sócio brasileiro:</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os parentes ou afins até 3º grau, e o cônjuge/companheiro do sócio brasileiro;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A pessoa jurídica cujos diretores ou administradores se enquadrem nas situações acima (parentes do sócio brasileiro);</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A pessoa jurídica da qual o sócio brasileiro seja sócio ou acionista com mais de 10% do capital votante;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A pessoa física que for sócia, conselheira ou administradora da pessoa jurídica da qual o sócio brasileiro detiver participação, também com mais de 10% do capital votante;</span></div>
</li>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A pessoa física ou jurídica que seja associada em qualquer empreendimento (consórcio, condomínio etc.) a empresa da qual o sócio brasileiro detiver participação que represente mais de 10% do capital votante.</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Tais regras passarão a ser aplicáveis a partir de janeiro/2015, indistintamente, ou desde janeiro/2014 para aqueles contribuintes que optarem pelo início antecipado, na forma que vier a ser regulamentada pela receita Federal.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Para os contribuintes nesta situação, será necessário averiguar a regulamentação a ser editada pela Receita, de forma a esclarecer se eventual opção de uma pessoa jurídica (de uma empresa brasileira detentora de controladas/coligadas no exterior, por exemplo) afetará, também, as pessoas físicas que a controlam e/ou administram. Além disso, antes da sujeição a tais regras, há que se verificar, também, a possibilidade de mudança do domicílio da offshore ou outra estrutura societária que evite a disponibilização presumida dos lucros.</span></p>
<p align="justify">Fonte: Migalhas</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">____________</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: xx-small;"><strong>1</strong> Apenas rememorando, considera-se Regime Fiscal Privilegiado aquele que apresente pelo menos uma das seguintes características: (i) não tribute a renda ou a tribute a alíquota máxima inferior a 20%, inclusive no tocante aos rendimentos produzidos fora de seu território; (ii) conceda vantagem de natureza fiscal a pessoa não residente, física ou jurídica, sem exigir a realização de atividade econômica substantiva ou condicionada à sua não realização; (iii) não permita acesso às informações relativas à composição societária, titularidade de bens ou operações econômicas realizadas.</span></span></p>
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