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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; Litigância de má-fé</title>
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		<title>Reclamante é condenado por litigância de má-fé após faltar à audiência</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 19:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Litigância de má-fé]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[O juiz do Trabalho Fábio Rodrigues Gomes, da 41ª vara do Trabalho do RJ, condenou um reclamante a pagar R$ 3.500 por litigância de má-fé. Ele pretendia a declaração de vínculo empregatício com base em uma suposta assinatura na CTPS, <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=3968">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O juiz do Trabalho Fábio Rodrigues Gomes, da 41ª vara do Trabalho do RJ, condenou um reclamante a pagar R$ 3.500 por litigância de má-fé. Ele pretendia a declaração de vínculo empregatício com base em uma suposta assinatura na CTPS, cuja falsidade foi enfaticamente ressaltada pela defesa da empresa reclamada, e não compareceu à audiência. Para o magistrado, tal comportamento apenas reforçou a suspeita levantada pela empresa de que as assinaturas na CTPS eram falsas. </span></span></span></span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"><em>&#8220;Com efeito, não havendo elementos que elidam a presunção de veracidade dos fatos articulados na defesa, inevitável se torna a improcedência das pretensões postuladas no objeto mediato do pedido, uma vez que todas, sem exceção, impõem ao autor o ônus probatório.&#8221;<br />
</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Além disso, o juiz determinou a expedição de ofício à Polícia Federal, para que instaure inquérito sobre a prática de crime de falsificação ideológica (art.299 do <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI255885,101048-Reclamante+e+condenado+por+litigancia+de+mafe+apos+faltar+a+audiencia" target="_self">CPC</a>), na forma do art, 40 do <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI255885,101048-Reclamante+e+condenado+por+litigancia+de+mafe+apos+faltar+a+audiencia" target="_self">CPP</a>. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">O pedido de gratuidade de justiça também foi indeferido pelo magistrado. De acordo com ele, a condição de hipossuficiente, nos dias de hoje, deve ser evidenciada de alguma forma. &#8220;<em>Não basta, portanto, a simples e fugaz alegação da parte autora.</em>&#8220;</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Segundo o juiz, mais dois outros argumentos devem ser lembrados, &#8220;<em>a fim de contraditar a validade desta gratuidade “absoluta” concedida a uma das partes, unicamente por conta da palavra dada</em>&#8220;:</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><em><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">&#8220;O primeiro, de caráter pragmático, diz respeito à sua consequência mais imediata: o estímulo à litigiosidade desenfreada. Isso porque o autor poderá demandar à vontade, independentemente do que venha a resultar. Riscos do processo? Nem pensar. Se ganhar, ótimo. Se perder, não haverá problema, pois, simplesmente, terá tentando a sorte. Ocorre que, do outro lado, sempre haverá o custo econômico do demandado: ainda que vencedor, deverá, no mínimo, pagar o advogado responsável pela sua defesa em juízo. E daí surge o segundo argumento, de viés deontológico: a violação do princípio da isonomia.&#8221;</span></em></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">O advogado Custodio Pereira Neto representa a empresa no caso. </span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="text-decoration: underline;">Processos</span>: 0011094-42.2015.5.01.0041</span></div>
</li>
</ul>
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