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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; IMPORTAÇÕES</title>
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		<title>Suspenso julgamento sobre a incidência do IPI em importações para consumo próprio</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 19:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sessão plenária desta quinta-feira, 20, no STF, pedido de vista do ministro Barroso interrompeu o julgamento de recurso extraordinário que discute a incidência do IPI nas importações de veículos por pessoa natural para uso próprio, ante o princípio da <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=2496">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Na sessão plenária desta quinta-feira, 20, no STF, pedido de vista do ministro Barroso interrompeu o julgamento de recurso extraordinário que discute a incidência do IPI nas importações de veículos por pessoa natural para uso próprio, ante o princípio da não cumulatividade. </span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Relator do processo, o ministro <strong>Marco Aurélio</strong>, <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2014/11/art20141120-04.pdf" target="_blank">votou</a> favoravelmente à exigibilidade do imposto, desprovendo o recurso. </span></span></span></span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"><em>&#8220;A Lei Maior não distingue aquele que se mostra como contribuinte do imposto e, ante a natureza, pode ser um nacional, pessoa natural ou pessoa jurídica brasileira, sendo neutros o fato de não estar no âmbito do comércio e a circunstância de adquirir o produto para uso próprio.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Para o ministro, a não exigência do IPI nestes casos acarretaria um desequilíbrio no mercado interno, prejudicial à economia do país. Além disso, segundo o ministro, faria com que o consumidor que importasse um produto do exterior levasse vantagem sobre quem adquire o mesmo produto no mercado interno.</span></p>
<blockquote><p><em><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;">“Em primeiro lugar, considere-se que, ocorrendo a produção em território nacional, há a incidência do tributo. Políticas de mercado, visando a isonomia, devem ser conducentes a homenagear, tanto quanto possível, a circulação dos produtos nacionais, sem prejuízo, evidentemente, do fenômeno no tocante aos estrangeiros. A situação estaria invertida se, simplesmente, desprezando-se a regência constitucional e legal, fosse assentado que não incide o imposto em produtos industrializados de origem estrangeira, fabricados fora do paíse e neste introduzido via importação.”</span></span></em></p></blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Marco Aurélio também frisou descaber presumir o recolhimento anterior do IPI, já que não se pode afirmar peremptoriamente que, no país em que o foi, incidiu idêntico tributo. &#8220;<em>Mesmo que haja tributo semelhante, concorre, afastando a duplicidade de cobrança, a distinção entre os sujeitos ativos. Em síntese, o valor dispendido com o produto importado surge como próprio à tributação, sem distinção dos elementos que, porventura, o tenham norteado</em>.&#8221; </span><span style="font-family: Arial;">Após voto do relator, o ministro Barroso pediu vista, pois entendeu estar diante de uma modificação de jurisprudência do STF, que precisaria ser analisada com grande cuidado.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O RExt, que tem repercussão geral reconhecida, foi interposto contra acórdão da 2ª turma do TRF da 5ª região que afirmou ser &#8220;<em>legítima a incidência do IPI na importação de veículo para uso próprio, por pessoa física, uma vez que a destinação final do bem não é relevante para a definição da incidência do tributo em questão</em>&#8220;.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fonte: Processo relacionado</strong></span>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI211631,11049-Suspenso+julgamento+sobre+a+incidencia+do+IPI+em+importacoes+para" target="_self">RExt 723.651</a></span></p>
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