<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; G-20</title>
	<atom:link href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?feed=rss2&#038;tag=g-20" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ferrasso.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jan 2025 13:28:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.4</generator>
		<item>
		<title>Contra evasão, fiscos vão trocar dados a partir de 2015</title>
		<link>http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=1455</link>
		<comments>http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=1455#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 12:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Foreign Account Tax Compliance Act (Fatca)]]></category>
		<category><![CDATA[G-20]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infinitiadvogados.com.br/blog/?p=1455</guid>
		<description><![CDATA[A partir do fim de 2015, as instituições financeiras terão de revelar aos fiscos os dados de clientes com depósitos acima de US$ 250 mil, pelo novo padrão global de troca automática de informações endossado ontem pelo G-20. Pelo novo padrão, <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=1455">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A partir do fim de 2015, as instituições financeiras terão de revelar aos fiscos os dados de clientes com depósitos acima de US$ 250 mil, pelo novo padrão global de troca automática de informações endossado ontem pelo G-20. Pelo novo padrão, os governos obterão informações de suas instituições financeiras, e as trocarão com outros países, sobre diferentes tipos de contas, para frear a evasão fiscal e ajudar as autoridades a identificar quem esconde dinheiro em paraísos fiscais. O G-20 criou de fato um Fatca Global, em referência ao Foreign Account Tax Compliance Act (Fatca) americano, pelo qual os EUA exigem de bancos do mundo todo dados de clientes americanos.</p>
<p>Serão objetos de troca automática os dados financeiros, como juros, dividendos, saldo da conta e rendimentos de alguns produtos de seguros, venda de ativos financeiros e outras rendas geradas por ativos ou por pagamentos efetuados pela conta bancária.</p>
<p>“Essa troca já existe de fato em função do Fatca. O padrão do G-20 visa assegurar compatibilidade e reciprocidade global”, disse o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Márcio Cozendey.</p>
<p>A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) desenvolveu o Common Reporting Standard (CRS). Trata-se de um modelo comum a ser usado para facilitar a troca automática de informação entre autoridades fiscais e que vai bem além dos mecanismos existentes.</p>
<p>Até agora, essa troca de dados dos contribuintes só ocorre por demanda específica de uma autoridade fiscal por meio de acordo bilateral, e há vários obstáculos.</p>
<p>O sistema financeiro de cada país, e não apenas os bancos, vai ter de investir para enviar de forma criptografada arquivos sobre seus clientes diretamente à Receita Federal, para evitar vazamentos e garantir a confidencialidade.</p>
<p>Uma vez por ano, as autoridades fiscais dos países vão trocar as informações sobre seus contribuintes com contas no país do parceiro. Assim, a Receita Federal recolhe os dados e repassa ao país de origem do cliente, e recebe dados sobre as contas de brasileiros no exterior. Isso dará um sério golpe ao segredo de contas em paraísos fiscais.</p>
<p>A OCDE estima que a fuga de capital – evasão fiscal e outras práticas ilegais – de países em desenvolvimento alcança US$ 850 bilhões por ano. O combate a essas práticas tomou impulso nos países ricos diante da hemorragia financeira causada pela crise econômica dos últimos cinco anos.</p>
<p>“Usando o CRS pode-se reduzir o custo para os bancos e simplificar a troca entre as autoridades fiscais”, diz uma fonte próxima das negociações na OCDE.</p>
<p>Alem da pessoa física, as instituições financeiras terão de ser mais vigilantes com empresas e acionistas, se forem estrangeiros.</p>
<p>No Brasil, a Receita Federal só pode fornecer informação fiscal para outro país se tiver um acordo. O Brasil assinou em 2011 o acordo para troca multilateral de informações fiscais da OCDE, mas até agora o Congresso não o ratificou. Até a Argentina já o aprovou.</p>
<p>Alguns paraísos fiscais não querem a reciprocidade de informações. Terão de dar detalhes sobre clientes estrangeiros, mas não querem receber dados de seus cidadãos no exterior, pois não taxam ganhos fora do país.</p>
<p>Por Assis Moreira.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ferrasso.com.br/blog/?feed=rss2&#038;p=1455</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
