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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; Funrural</title>
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		<title>Desembargador do TRF-1 isenta trading de reter Funrural de exportação</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2020 16:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>

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		<description><![CDATA[O desembargador Novély Vilanova da Silva Reis, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, isentou uma trading company de reter Funrural de produtos que serão exportados. A decisão desta quinta-feira (26/3) desonera as contribuições sobre exportação e é considerada inédita no tribunal federal, que até então não tinha <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=5433">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desembargador Novély Vilanova da Silva Reis, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, isentou uma <em>trading company</em> de reter Funrural de produtos que serão exportados.</p>
<p>A decisão desta quinta-feira (26/3) desonera as contribuições sobre exportação e é considerada inédita no tribunal federal, que até então não tinha pacificado posicionamento sobre a matéria.</p>
<p dir="ltr">O relator do processo no TRF-1 seguiu o entendimento firmado em <a href="https://www.conjur.com.br/2020-fev-12/imunidade-tributaria-alcanca-produtos-exportados-via-indireta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">julgamento recente</a> no Supremo Tribunal Federal sobre <em>trading companies</em>. No caso, julgado em repercussão geral, os ministros entenderam que a imunidade tributária deve alcançar produtos exportados indiretamente, via empresas intermediárias.</p>
<p dir="ltr">A tese fixada foi: “A norma imunizante contida no inciso I, parágrafo 2º, do artigo 149 da Constituição Federal, alcança as receitas decorrentes de operações indiretas de exportação caracterizadas por haver participação negocial de sociedade exportadora intermediária”.</p>
<p dir="ltr">Para o advogado que representou a <em>trading</em>, Eduardo Diamantino, como a decisão repete o posicionamento do STF, “agora o setor está livre do encargo. Quem recolheu tem direito a restituir o que pagou”.</p>
<p dir="ltr">Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/trf-isenta-trade-reter-funrural.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">aqui</a> para ler a decisão<br />
1000372-74.2018.4.01.3802</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Fonte: Consultor Jurídico</p>
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		<title>Projeto de Lei 9252/2017 do Funrural não é perdão de dívida</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 20:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>
		<category><![CDATA[PL 9252/2017]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://www.grupocultivar.com.br/ativemanager/uploads/galeria/016ef-lavoura_soja_Paulo-Lanzetta_mobile.jpg" alt="" /></p>
<p>Ao contrário do que se está falando, o Projeto de Lei nº 9252/17, do deputado Jerônimo Goergen, que extingue o passivo do Funrural gerado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em março do ano passado, não trata de um perdão de dívida ou remissão de um passivo. A questão é, na verdade, mais um caso de insegurança jurídica e de guinada jurisprudencial em relação ao entendimento da justiça quanto à cobrança de tributos.</p>
<p>Não é verdade, por exemplo, que o produtor rural não pagou a Previdência. É preciso estar atento a duas coisas: uma é o Funrural, uma contribuição geral ao regime, outra é a contribuição vinculada à aposentadoria do homem do campo. A contribuição para aposentadoria do produtor é realizada mensalmente, através de um salário base que serve de custeio, nos termos da Lei nº 8.212/91, e jamais foi questionada.</p>
<p>É preciso entender, primeiramente, que nos anos de 2010 e 2011, duas decisões colegiadas e à unanimidade (11&#215;0) no STF, haviam, até aquele momento, pacificado o assunto e de forma categórica, afirmando que o produtor rural pessoa física não deveria pagar mais o Funrural sobre a receita bruta, o considerando absolutamente inconstitucional por quebra do princípio da isonomia tributária. Isso porque os urbanos pagavam sobre folha, enquanto os rurais eram submetidos ao pagamento da contribuição sobre a receita.</p>
<p>Isso fez com que milhões de produtores, acreditando na palavra final do Supremo, deixassem de recolher a contribuição social com base neste entendimento. Muitos desses produtores voltaram, inclusive, a pagar o tributo tal como o setor urbano (20% sobre a folha de salários), não havendo, portanto, um não recolhimento generalizado, como afirmam alguns.</p>
<p>“O produtor rural estava, não somente amparado pelo entendimento anterior do STF de que não havia mais necessidade de recolher o Funrural sobre a receita bruta, mas também, amparado por decisões em ações judiciais coletivas ou individuais, que também o amparava do não recolhimento”, menciona Antonio Galvan, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).</p>
<p>Contudo, em 2017, o Supremo mudou de posição e, por 6&#215;5, passou a considerar o tributo constitucional, ou seja, admitindo que a exação pudesse ser cobrada sobre a receita da comercialização da produção.</p>
<p>Desde então, uma batalha jurídica teve início, alguns entendendo que o passado tem que ser recolhido e alguns sustentando que a Receita não poderia cobrar o chamado passivo, isso por ausência de base legal, argumentando, neste caso, que o Senado, em setembro de 2017, observando os julgados de 2010 e 2011 do STF, retirara do ordenamento jurídico a base de cálculo, a alíquota e a forma de cobrança (sub-rogação) do Funrural mediante Resolução.</p>
<p>A Aprosoja acredita que o termo “perdão de dívida” é equivocado, pois o que a Receita e a União possuem, em verdade, é uma expectativa de direito, uma pretensão de cobrar, sem certeza alguma, e isso, em grande parte, por conta de um Refis prematuramente aprovado no final de 2017. Refis este que, nas palavras de um dos maiores tributaristas do país, Dr. Ives Gandra da Silva Martin, é o “primeiro refis do mundo de um débito inexistente”.</p>
<p>Assim, do lado do contribuinte, produtor rural, existe a convicção de que não há dívida passada, pois tudo o que eventualmente deixou de ser recolhido o foi com base em decisões do STF.</p>
<p>Diante deste cenário conflituoso, o PL 9252 tem o objetivo de devolver estabilidade e previsibilidade na tributação rural, regulando, de forma definitiva, a contribuição de todos os produtores rurais, para afastar a pretensão da Receita de cobrar o que não se deve, e restabelecer balizas seguras para sua cobrança a partir de janeiro de 2018 (marco temporal).</p>
<p>Para o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, “o PL 9252 é um meio legal de devolver segurança jurídica ao campo, pois caso o Funrural permaneça sem uma regulamentação definitiva, é pouco provável que os produtores confessem o débito e aceitem pagar pelo que não devem”.</p>
<p>Neste caso, o projeto que será votado pela Câmara dos Deputados é uma forma que o parlamento tem de compor este conflito, onde todos, de algum modo, ganham. Tanto o fisco, que terá devolvida receita daqui por diante, quanto o produtor, que terá paz e estabilidade em seus negócios para continuar respondendo por quase 30% do PIB, por mais de 40% das exportações, e pela geração de aproximadamente 20 milhões de empregos diretos e indiretos.</p>
<p>“A agropecuária brasileira não pode continuar vivendo essa instabilidade jurídica, por isso, a necessidade urgente da aprovação do PL 9252 no Congresso Nacional para trazer, não somente justiça para os produtores rurais, mas também respeito para uma das classes que mais contribui para a base da economia do País”, pontua Antonio Galvan.</p>
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		<title>Comprador não responde por Funrural de produtor rural pessoa física, diz TRF-3</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 01:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Decisão judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ausência de previsão em lei que obrigue o comprador a responder pelo Funrural de produtor rural pessoa física, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região extinguiu a cobrança de débitos feita pela Fazenda Nacional contra a JBS. <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4742">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por ausência de previsão em lei que obrigue o comprador a responder pelo Funrural de produtor rural pessoa física, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região extinguiu a cobrança de débitos feita pela Fazenda Nacional contra a JBS.</p>
<p>A empresa frigorífica questionava seis cobranças feitas pela Fazenda pelo não recolhimento do tributo pela compra de produtos de empregadores rurais pessoas físicas. Em primeira instância, os débitos foram extintos, o que levou a União a apelar ao TRF-3.</p>
<p>Ao julgar o recurso, a 1ª Turma do TRF-3 reconheceu que a cobrança é indevida, pois não existe uma norma válida que institua a sub-rogação dos adquirentes no Funrural devido pelos empregadores rurais pessoas físicas que lhes forneçam produtos agropecuários.</p>
<p>Na decisão, o colegiado lembrou que o Supremo Tribunal Federal declarou a inconstitucionalidade das duas leis que tratavam do Funrural. Em dois recursos, julgados em 2010 e 2011, a corte entendeu que a incidência do tributo sobre a receita bruta é inconstitucional. Os recursos não tinham repercussão geral reconhecida.</p>
<p>Conforme manda o artigo 52, inciso X, da Constituição, o STF intimou o Senado para decidir se suspendia ou não a validade da lei, declarada inconstitucional numa ação de controle concreto de constitucionalidade.</p>
<p>O Senado não tomou qualquer decisão até setembro de 2017. Semanas antes, o Supremo decidiu declarar o Funrural de produtores sem empregados constitucional, contrariando seus precedentes, mas num recurso com repercussão geral reconhecida. Com base nesta última decisão, o governo editou uma medida provisória, já convertida em lei, com um programa de parcelamento das dívidas do Funrural.</p>
<p>Porém, segundo a decisão do TRT-3, a nova lei não tratou da sub-rogação. Portanto, ela continua sendo indevida no caso. &#8221;Considerando a inexistência de norma que preveja expressamente a sub-rogação, infere-se que a impetrante/apelada encontra-se desobrigada à retenção e recolhimento da contribuição social devida pelo produtor rural, posto que inexistente lei que lhe atribua responsabilidade tributária&#8221;, diz o acórdão.</p>
<p>Para o tributarista <strong>Fabio Calcini</strong>, especialista em agronegócio, a decisão do TRF-3 é muito importante uma vez que há diversos adquirentes querendo parcelar um débito que na verdade é inexistente. &#8220;Se não há previsão em lei, esses adquirentes não precisam se preocupar com essa dívida&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/decisao-jbs-funrural.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler a decisão.</strong></p>
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		<title>Receita Federal na Solução de Consulta Cosit 92 faz interpretação (dês)conforme do RE 718.874/RS</title>
		<link>http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4584</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 01:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Receita Federal afirma, equivocadamente, que o Funrural cobrado do adquirente da produção rural também foi declarado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário 718.874/RS. Ledo engano, ou um agir estratégico da Receita Federal para exigir dos adquirentes a <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4584">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal afirma, equivocadamente, que o Funrural cobrado do adquirente da produção rural também foi declarado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário 718.874/RS. Ledo engano, ou um agir estratégico da Receita Federal para exigir dos adquirentes a contribuição.</p>
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alt="Resultado de imagem para FUNRURAL" width="274" height="184" /></p>
<p>A <a href="http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/anexoOutros.action?idArquivoBinario=42726" target="_blank">Solução de Consulta Cosit 92</a>, publicada em 20 de agosto, apresenta o entendimento oficial da Secretaria da Receita Federal sobre a cobrança do Funrural contra as pessoas jurídicas que adquirem as mercadorias do produtor rural pessoa física. Essa posição já havia sido vislumbrada no <a href="http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/anexoOutros.action?idArquivoBinario=45938" target="_blank">Parecer Cosit 19</a>, de 26 de setembro de 2017, e agora, com a SC 92/18, o Fisco responde especificamente se a responsabilidade das empresas que compram do produtor rural foi extinta pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Congresso/RSF15.htm" target="_blank">Resolução do Senado 15/2017</a>, que suspendeu a eficácia de vários dispositivos da Lei 8.212/91 relacionados ao Funrural.</p>
<p>Porém, como se pode notar, o Fisco responde uma pergunta simples, como uma resposta totalmente equivocada, vejamos:</p>
<p>A SC 92/18 supera os limites semânticos do RE 718.874/RS, pois descreve que a dúvida do contribuinte na verdade não é sobre a validade da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Congresso/RSF15.htm" target="_blank">Resolução do Senado 15/2017</a>, mas acerca dos efeitos do julgamento do RE 718.874/RS.</p>
<p><em>“15. A dúvida exposta pela consulente é se o instituto da sub-rogação prevista no art. 30, IV, da Lei n.º 8.212, de 1991, não mais existiria, em virtude dos efeitos da Resolução do Senado n.º 15, de 2017, que teria suspenso a sua execução. Ocorre que conforme relatado previamente, houve a declaração de constitucionalidade da contribuição social do empregador rural pessoa física através do RE n.º 718.874/RS. <span style="text-decoration: underline;">A dúvida a ser confrontada é se esta última decisão do STF se restringe a contribuição referida no art. 25 da Lei n.º 8.212, de 1991, não abarcando o instituto da sub-rogação</span>”.</em></p>
<p>Tal interpretação é prometida e dolosa por parte do Fisco, pois vejamos:</p>
<p>1) Os julgamentos do STF (RE 363.852/MG e RE 596.177) reconheceram a inconstitucionalidade da  SUB-ROGAÇÃO do Funrural (<em>inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei nº 8.540/92, que deu nova redação aos artigos 12, incisos V e VII, 25, incisos I e II, e 30, inciso IV, da Lei nº 8.212/90, com a redação atualizada até a Lei nº 9.528/97);</em></p>
<p>2) O RE 718.874/RS declarou a constitucionalidade da contribuição social “Funrural”, exclusivamente, para o <strong><em><span style="text-decoration: underline;">sujeito passivo</span></em></strong>denominado “produtor rural”. A sub-rogação não foi objeto de julgamento, uma vez que a parte, o pedido e os dispositivos legais do RE 718.874/RS não fizeram menção ao artigo 30, IV, da Lei 8.212/1990;</p>
<p>3) Os julgamentos anteriores do STF (RE 363.852 e RE 596.177), quando a sub-rogação foi declarada inconstitucional, ficam assim, como sendo as últimas manifestações específicas do STF sobre a sub-rogação. Permanecendo, portanto, a inconstitucionalidade para esse dispositivo, como já declarado anteriormente pelo próprio STF.</p>
<p>Resulta afirmar, que há uma irracionalidade evidente da SC 92/18, o fato de a contribuição estar explicita no RE 718.874/RS para o produtor empregador rural pessoa física, isto não implica na constitucionalidade da cobrança dessa contribuição contra o adquirente.</p>
<p><em>“<em><span style="text-decoration: underline;">Por conseguinte</span></em>”, a obrigação da empresa”</em>, não estava presente  <strong><em><span style="text-decoration: underline;">nem na parte, no pedido e nos dispositivos legais</span></em></strong> do RE 718.874, posto que nada disse sobre o artigo 30, IV, da Lei 8.212/1990.</p>
<p>Ora, como já referido há um erro crasso em estender os efeitos do RE 718.874 dirigidos, exclusivamente, aos produtores rurais pessoas físicas, automaticamente (de modo legislativo), aos adquirentes pela via da sub-rogação, nos termos do artigo 30, IV, da Lei 8.212/1991, <strong><em><span style="text-decoration: underline;">declarado inconstitucional nos (RE 363.852 e RE 596.177)</span></em></strong>, e irretocável pelo RE 718.874.</p>
<p>Autoria Adv. Vinicius Ferrasso da Silva</p>
<p>www.ferrasso.com.br</p>
<p>www.ferrasso.com.br/blog</p>
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		<title>Justiça livra adquirente de produto agrícola de recolher o Funrural</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 19:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
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		<category><![CDATA[INCONSTITUCIONALIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[SUB-ROGAÇÃO]]></category>
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		<description><![CDATA[Adquirentes de produtos rurais estão conseguindo na Justiça liminares para não terem que reter e recolher a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) – deixar a função de responsáveis tributários. As decisões têm como base julgamentos do <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4455">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Adquirentes de produtos rurais estão conseguindo na Justiça liminares para não terem que reter e recolher a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) – deixar a função de responsáveis tributários. As decisões têm como base julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) e a Resolução do Senado Federal nº 15/2017, que suspende a execução de dispositivos de lei declarados inconstitucionais.</div>
<div></div>
<div>Os magistrados têm entendido que, ao declarar a constitucionalidade do Funrural em março do ano passado, por meio da Lei 10.256/2001, o STF não restabeleceu a chamada sub-rogação – responsabilidade do adquirente pelo recolhimento do Funrural -, analisada anteriormente. A norma julgada pelos ministros não trata do assunto.</div>
<div></div>
<div>Em julgamento realizado em 2010, os ministros consideraram inconstitucionais dispositivos da Lei nº 8.540, de 1992, alterada pela Lei nº 9.528, de 1997 – entre eles o artigo 30, que trata da sub-rogação. Além disso, a Resolução do Senado Federal nº 15/2017 suspendeu a execução desses dispositivos analisados pelo Supremo.</div>
<div></div>
<div>“Assim, não há norma válida que institua a sub-rogação do Funrural aos adquirentes de produtos agropecuários de empregadores rurais pessoas físicas”, afirma a juíza Tatiana Pattaro Pereira, da 4ª Vara Cível Federal de São Paulo, que concedeu recentemente liminar à Zanchetta Alimentos, processadora de aves que exporta para mais de 50 países.</div>
<div></div>
<div>Com a decisão, segundo o advogado José Orivaldo Peres Júnior, do escritório Peres e Aun Advogados Associados, que representa a Zanchetta Alimentos no processo (nº 5006092-87.2018.4.03.6100), a Receita Federal terá que passar a cobrar o tributo dos produtores rurais. “O que é mais difícil. A sub-rogação foi instituída para facilitar a fiscalização e a arrecadação”, diz.</div>
<div></div>
<div>Outra decisão, proferida pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, beneficia a Associação de Matadouros, Frigoríficos e Distribuidores de Carne do Estado do Mato Grosso do Sul (Assocarnes). Na liminar, concedida em dezembro, o desembargador Wilson Zauhy, destaca que tanto na mais recente decisão do STF como no ato editado pelo Senado Federal “não houve qualquer ressalva à manutenção do recolhimento por sub-rogação”.</div>
<div></div>
<div>“Daí depreendendo-se que a ordem legal para tal forma de recolhimento se encontra sem fundamento de validade, dado que deixou de produzir efeitos a partir da publicação da resolução mencionada”, afirma o desembagador na decisão (agravo nº 5017947-64.2017.4.03.0000).</div>
<div></div>
<div>Para o advogado Arilei Mendes Filho, do escritório Ricardo Alfonsin Advogados, as decisões são corretas. “O dispositivo legal que fundamenta a sub-rogacao não está mais em vigor”, diz. “Não estão [os adquirentes] alegando que a contribuição é inconstitucional, mas que não é responsabilidade deles reter e fazer o recolhimento.”</div>
<div></div>
<div>
<div>Fonte: Valor-18/06/2018</div>
<div></div>
<div>Por Arthur Rosa | De São Paulo</div>
</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.valor.com.br/legislacao/5600277/justica-livra-adquirente-de-produto-agricola-de-recolher-o-funrural">http://www.valor.com.br/legislacao/5600277/justica-livra-adquirente-de-produto-agricola-de-recolher-o-funrural</a></div>
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		<title>Empresa de abate de aves consegue liminar para suspender contribuição do Funrural</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jun 2018 17:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
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		<description><![CDATA[Pouco mais de uma semana depois de o Supremo Tribunal Federal reafirmar a constitucionalidade da contribuição ao Funrural, uma empresa do ramo de criação e abate de aves e comércio de alimentos obteve liminar na Justiça Federal para desobrigá-la da retenção e <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4427">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Pouco mais de uma semana depois de o Supremo Tribunal Federal reafirmar a <a href="https://www.conjur.com.br/2018-mai-23/maioria-supremo-rejeita-pedidos-modulacao-funrural" target="_blank">constitucionalidade da contribuição</a> ao Funrural, uma empresa do ramo de criação e abate de aves e comércio de alimentos obteve liminar na Justiça Federal para desobrigá-la da retenção e recolhimento da contribuição social do fundo. A decisão foi proferida pela 4ª Vara Cível Federal de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">A cautelar se deu por sub-rogação, mesmo após o julgamento, em 23 de maio, dos embargos apresentados por proprietários e associações do setor que pretendiam reverter a decisão que definiu constitucional a cobrança — espécie de previdência específica para o trabalhador rural. No entendimento dos ministros, a medida é desnecessária porque não há mudança de jurisprudência da corte em relação ao tema.</p>
<p dir="ltr">O mandado de segurança foi impetrado com fundamento na Resolução 15, de 2017, do Senado, que suspendeu a execução dos artigos 25, inciso I e II, e artigo 30, inciso IV, da Lei 8.212/91. A norma atribui às empresas adquirentes de produtores rurais, empregadores e pessoas físicas, a responsabilidade de reter e recolher o valor do Funrural incidente sobre a receita bruta da produção ou dos produtos do produtor rural.</p>
<p dir="ltr">O Senado aprovou, em 2017, por iniciativa da senadora Kátia Abreu (PDT-TO), depois da decisão do Supremo, a Resolução 15, cujo artigo 1º suspendeu a execução de dispositivos declarados inconstitucionais pelo STF no julgamento do chamado “caso Mataboi”.</p>
<p dir="ltr">A liminar foi deferida suspendendo a exigência do crédito tributário do Funrural, bem como para desobrigar a empresa de reter e recolher o tributo.</p>
<p dir="ltr">Segundo o advogado <strong>José Orivaldo Peres</strong>, sócio e proprietário do escritório Peres e Aun Advogados Associados, que patrocinou a ação, o argumento é forte e não tem relação com a decisão proferida pelo Supremo. Segundo Peres, &#8220;o que se discute é a inconstitucionalidade da sub-rogação e não do tributo”.</p>
<p dir="ltr"><strong>No Supremo</strong><br />
O Plenário do STF não conheceu do cabimento do embargo que apontava a Resolução 15 do Senado como uma mudança de jurisprudência. No entanto, apenas o relator, ministro Alexandre de Moraes, abordou o tema no voto. De acordo com ele, o que o Senado fez foi explicitar a decisão do Supremo relativa à lei de 1991.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Afasto o pedido de aplicação de fato superveniente, que seria a Resolução 15 do Senado. O que fez o Senado, e basta a leitura da própria resolução, foi, explicitar com base no RE anterior, ou seja, não diz respeito ao nosso julgado. Naquele julgamento houve a declaração de inconstitucionalidade incidental na legislação anterior. Não se refere ao julgamento atual&#8221;, disse Moraes.</p>
<p dir="ltr">O <a href="https://www.conjur.com.br/2018-mai-17/especialistas-defendem-stf-module-efeitos-decisao-funrural" target="_blank">setor produtivo</a> rural tinha expectativas em relação à possibilidade de <a href="https://www.conjur.com.br/2018-mai-23/stf-discutir-quorum-modulacao-julgamento-funrural" target="_blank">modulação temporal</a> da decisão, depois da decisão de 30 de março de 2017, quanto a Corte declarou constitucional a contribuição.</p>
<p dir="ltr">Especialistas ouvidos pela <strong>ConJur</strong> afirmaram que, ainda que os embargos tenha sido apreciados, há <a href="https://www.conjur.com.br/2018-mai-26/especialistas-associacoes-discutem-efeitos-decisao-funrural" target="_blank">questões que pendem de definição</a>, como a invalidade da sub-rogação imposta aos adquirentes quanto ao Funrural. Apontaram ainda que a maior parte dos passivos dos lançamentos tributários quanto ao Funrural não estão ligados ao produtor, mas aos adquirentes, por conta da sub-rogação.</p>
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		<title>Sub-rogação do adquirente no Funrural continua e é inconstitucional</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2018 17:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Funrural]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mary Elbe Queiroz Nas idas e vindas da jurisprudência judicial ao sabor do vento, o STF acaba de concluir o julgamento do chamado Funrural, no Recurso Extraordinário 718.874, rejeitando os embargos e deixando de modular os efeitos da respectiva decisão. Na verdade, na <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4424">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.conjur.com.br/2018-mai-29/mary-elbe-sub-rogacao-adquirente-funrural-inconstitucional#author">Por Mary Elbe Queiroz</a></p>
<div>
<p>Nas idas e vindas da jurisprudência judicial ao sabor do vento, o STF acaba de concluir o julgamento do chamado Funrural, no Recurso Extraordinário 718.874, rejeitando os embargos e deixando de modular os efeitos da respectiva decisão.</p>
<p>Na verdade, na ocasião, somente foram julgados os embargos de declaração de alguns contribuintes, pois o mérito já foi apreciado na sessão de 30/3/2017, momento em que o STF definiu, com a rigidez da repercussão geral, que é constitucional o novo formato do Funrural que surgiu com as alterações da Lei 10.256/01, isto é, disse que o Funrural é devido pelo contribuinte produtor rural.</p>
<p>Agora, um fato precisa ficar claro: o STF se limitou, apenas, a afirmar a constitucionalidade da contribuição para o Funrural.</p>
<p>Existe, porém, outra discussão que não está nessa pauta no STF nem foi objeto de julgamento, até porque não constava da discussão do processo. É saber se, mesmo sendo constitucional o Funrural para o produtor rural, tal tributo poderá ser exigido como obrigação para os adquirentes dos produtos.</p>
<p>É que a lei que trata da matéria, a Lei 8.212/90, previu no artigo 30, IV, que os adquirentes dos produtores rurais ficariam sub-rogados na obrigação do Funrural. Só que tal figura é inconstitucional, uma vez que é uma criação fora dos limites do CTN.</p>
<p>É que a lei ordinária criou a figura de um novo contribuinte, o que só é possível por lei complementar, como exige a Constituição Federal no artigo 146 e já confirmado expressamente pelo STF em outros casos.</p>
<p>E essa inconstitucionalidade da sub-rogação para os adquirentes é uma outra discussão, que não está em baila no RE 718.874.</p>
<p>Na verdade, nos julgamentos anteriores do STF (RE 363.852 e RE 596.177), a rigor a sub-rogação foi declarada inconstitucional, ficando assim como as últimas manifestações específicas do STF sobre a sub-rogação.</p>
<p>Mas realmente tal assunto não está sendo objeto de discussão no RE 718.874 nem podia ser objeto de julgamento, uma vez que a parte, o pedido e os dispositivos legais nada dizem sobre o artigo 30, IV, da Lei 8.212/1990.</p>
<p>Permanece, portanto, a inconstitucionalidade para esse dispositivo, como já declarado anteriormente pelo próprio STF.</p>
<p>E uma reflexão a ser feita é se poderia uma lei inconstitucional passar a ser constitucional com a simples alteração de composição do STF. No mínimo, em prestígio à segurança jurídica, deveria ser respeitada a decisão suprema anterior que, repita-se, não foi alterada pela nova decisão.</p>
<p>Até por isso, a recente Resolução do Senado 15/2017 suspendeu a incidência do citado artigo 30, IV, pois esse é o meio legal para estender a todos os contribuintes uma decisão que o STF tenha tomado em um processo, no caso o RE 363.852. E aqui deve haver outra reflexão: se seria possível a resolução ser desprezada ou declarada inconstitucional porque a lei, cuja incidência foi suspensa, foi considerada, posteriormente, constitucional, mesmo sem ter havido manifestação sobre a sub-rogação (é confuso mesmo). Caso fosse admitida, estaríamos diante da grave discussão sobre invasão ou não de competência do STF em relação ao Legislativo.</p>
<p>Apesar de a contribuição para o Funrural ter sido considerada constitucional para os produtores rurais, é certo que não deve ser transferido ou cobrado dos adquirentes dos produtos rurais na inadmissível e inconstitucional sub-rogação, que, por isso, é plenamente contestável judicialmente, o que não foi discutido no processo que desta vez foi jugado pela suprema corte.</p>
<p>Por tudo isso, mesmo após a decisão do STF, não é o caso de os adquirentes dos produtores rurais aderirem a qualquer parcelamento, pois eles não podem ser cobrados da contribuição do Funrural, e mais especialmente quando não fizeram a retenção do respectivo valor na aquisição dos produtos rurais. Logo, não poderá haver a cobrança do Funrural dos produtores rurais em período anterior ao ano de 2013, haja vista a fluência do prazo decadencial de cinco anos.</p>
</div>
<p><a href="mailto:%6d%61%72%79%65%6c%62%65%40%71%75%65%69%72%6f%7a%61%64%76%2e%63%6f%6d%2e%62%72" rel="author">Mary Elbe Queiroz</a> é sócia do Queiroz Advogados, professora, pós-doutora, doutora e mestre em Direito Tributário. Membro imortal da ANE.</p>
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		<item>
		<title>Governo edita medida provisória e prorroga prazo para adesão ao Refis do Funrural</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 19:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[(IN)SEGURANÇA JURÍDICA]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
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		<category><![CDATA[Funrural]]></category>
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		<description><![CDATA[O governo prorrogou na noite desta sexta-feira (27/4) o prazo para produtores rurais e empresas aderirem ao programa de parcelamento de dívidas do Funrural, chamado de Refis Rural. O prazo para adesão terminaria na segunda-feira (30/4), mas agora terão até o dia <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4395">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo prorrogou na noite desta sexta-feira (27/4) o prazo para produtores rurais e empresas aderirem ao programa de parcelamento de dívidas do Funrural, chamado de Refis Rural. O prazo para adesão terminaria na segunda-feira (30/4), mas agora terão até o dia 30 de junho para fazer a adesão. A MP já era esperada pela bancada ruralista da Câmara, que vinha articulando uma prorrogação.</p>
<p>Para o tributarista Eduardo Diamantino, vice-presidente da Academia Brasileira de Direito Tributário e sócio do Diamantino Advogados, a prorrogação gera segurança jurídica para os produtores rurais. A prorrogação é um pedido do setor. O argumento é que, enquanto não se resolver uma pendência judicial sobre o assunto no Supremo Tribunal Federal (STF), os produtores não irão aderir ao Refis.</p>
<p>Como o Supremo Tribunal Federal pautou para o dia 17 de maio o julgamento dos embargos de declaração contra a declaração de constitucionalidade do tributo, a avaliação é de que ainda há muita insegurança jurídica sobre o tema.</p>
<p>“Antes de se concluir o julgamento pelo STF e sua respectiva questão da modulação, foi criado um parcelamento especial. Prorrogar o prazo é, ainda que no final, acrescentar lógica e segurança jurídica nessa questão. É o mínimo que se espera”, afirma o advogado.</p>
<p>Revista Consultor Jurídico, 27 de abril de 2018.</p>
<p>https://www.conjur.com.br/2018-abr-27/governo-prorroga-prazo-adesao-refis-funrural</p>
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		<item>
		<title>Desembargador do TRF-3 libera frigoríficos de Mato Grosso do Sul de recolher Funrural</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 01:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
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		<category><![CDATA[JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL]]></category>
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		<description><![CDATA[As consequências da revirada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre o Funrural já se tornaram práticas. O desembargador Wilson Zauhy, do Tribunal Federal da 3ª Região, liberou frigoríficos de recolher o tributo na condição de responsável tributária com base nas resoluções do Senado <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4298">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <a href="https://www.conjur.com.br/2017-nov-08/produtores-rurais-refis-funrural-causara-guerra-judicial" target="_blank">consequências</a> da revirada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre o Funrural já se tornaram práticas. O desembargador Wilson Zauhy, do Tribunal Federal da 3ª Região, <a href="https://www.conjur.com.br/dl/trf-libera-empresa-recolher-funrural.pdf" target="_blank">liberou</a> frigoríficos de recolher o tributo na condição de responsável tributária com base nas resoluções do Senado que afastaram a incidência das leis do Funrural, a pedido do STF.</p>
<p>O desembargador reformou decisão da primeira instância, que havia negado a antecipação de tutela pedida pela Associação de Frigoríficos e Distribuidores de Carne de Mato Grosso do Sul (Assocarne). O magistrado havia entendido que, como o Supremo declarou constitucional a cobrança do Funrural de produtores rurais sem empregados, as empresas continuam obrigadas a recolher o valor do tributo.</p>
<p>Mas, no último dia útil de 2017, o desembargador Wilson Zauhy entendeu que, embora o entendimento mais recente do Supremo favoreça a cobrança, o Senado retirou do ordenamento jurídico as leis que autorizam a incidência do Funrural sobre a receita bruta de produtores, mesmo os sem empregados.</p>
<p>A confusão é que ambas as decisões se baseiam em entendimentos do Supremo. Em dois recursos, julgados em 2010 e 2011, a corte entendeu que a incidência do tributo sobre a receita bruta é inconstitucional. Os recursos não tinham repercussão geral reconhecida. E, conforme manda o artigo 52, inciso X, da Constituição, o STF intimou o Senado para decidir se suspendia ou não a validade da lei, declarada inconstitucional numa ação de controle concreto de constitucionalidade.</p>
<p>O Senado não tomou qualquer decisão até setembro de 2017. Semanas antes, o Supremo decidiu declarar o Funrural de produtores sem empregados constitucional, contrariando seus precedentes, mas num recurso com repercussão geral reconhecida. Com base nesta última decisão, o governo editou uma medida provisória, já convertida em lei, com um programa de parcelamento das dívidas do Funrural.</p>
<p>Só que o Funrural é pago no regime de sub-rogação: embora o produtor rural seja o contribuinte, quem efetivamente faz o pagamento é a empresa que compra seus produtos. Por isso a Assocarne fez o pedido. Se o Funrural de produtores sem empregados foi declarado inconstitucional, as empresas que recolhem o tributo não têm dívida alguma com o Fisco, alega a entidade no mandado de segurança.</p>
<p>“Tanto na decisão proferida pelo STF como no ato editado pelo Senado que, respectivamente, declarou a inconstitucionalidade do dispositivo legal e determinou a suspensão de sua execução não houve qualquer ressalva à manutenção do recolhimento por sub-rogação, daí depreendendo-se que a ordem legal para tal forma de recolhimento se encontra sem fundamento de validade, dado que deixou de produzir efeitos a partir da publicação da resolução”, explica o desembargador Zauhy, na liminar.</p>
<p>Para o tributarista <strong>Fábio Calcini</strong>, especialista em agronegócio, a decisão é prova de que a discussão sobre o Funrural não acabou. “Importantíssimo o pronunciamento para mostrar que não há dívida alguma, então não se pode falar em parcelamento”, comenta o advogado.</p>
<p>Fonte: Conjur</p>
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		<item>
		<title>Contribuição para o Funrural incide sobre a receita bruta obtida com a comercialização da produção</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 18:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reformou sentença que reconheceu ao autor o direito ao afastamento da incidência da contribuição para o Funrural após a entrada em vigor da Lei 10.256/2001, por ter o Supremo <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4078">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reformou sentença que reconheceu ao autor o direito ao afastamento da incidência da contribuição para o Funrural após a entrada em vigor da Lei 10.256/2001, por ter o Supremo tribunal Federal (STF) declarado a constitucionalidade da contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção do empregador rural, pessoa física, prevista na Lei 8.212/91. No entendimento do Colegiado, a contribuição em questão é constitucional formal e materialmente.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>A autora da ação e a Fazenda Nacional recorreram ao TRF1 contra a sentença. O primeiro sustentou o não cabimento da tributação do contribuinte pelo sistema anterior cuja base de cálculo era a folha de salários. O segundo requereu o reconhecimento da constitucionalidade da contribuição e, caso mantida a inexigibilidade nos termos da sentença, que a tributação do contribuinte seja regida pelo sistema anterior.</div>
<div>Em seu voto, o relator, desembargador federal Marcos Augusto de Sousa, esclareceu que o STF, ao apreciar o Recurso Extraordinário 718.874/RS, firmou a tese no sentido de que “é constitucional formal e materialmente a contribuição social do empregador rural pessoa física, instituída pela Lei 10.256/2001, incidente sobre a receita bruta obtida com a comercialização de sua produção”.</div>
<div>Dessa forma, segundo o magistrado, “merece reforma a sentença que reconheceu o direito ao afastamento da incidência da contribuição para o Funrural após a entrada em vigor da citada lei. Consequentemente, prejudicada a apelação da autora que requeria o reconhecimento no não cabimento da repristinação da Lei 8.212/91”.</div>
<div>A decisão foi unânime.</div>
<div></div>
<div>Processo nº 0002580-65.2015.4.01.3507/GO</div>
<div>Data da decisão: 28/06/2017<br />
Data da publicação: 10/08/2017</div>
<div>Tribunal Regional Federal da 1ª Região-16-08-2017.</div>
</div>
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