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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; FRAUDE</title>
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		<title>Famoso divulgador da Telexfree passa a “vender” Unick Forex</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 20:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cripto Ativo]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[FRAUDE]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[“Está cheio de pirâmides financeiras no mercado”, afirma Clair Berti ao defender a legalidade da empresa Unick Forex em vídeo veiculado no Youtube (foi reitrado do ar). Berti, contudo, foi o maior divulgador da Telexfree e chegou a captar investidores <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=4961">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Está cheio de pirâmides financeiras no mercado”, afirma Clair Berti ao defender a legalidade da empresa Unick Forex em vídeo veiculado no Youtube (foi reitrado do ar). Berti, contudo, foi o maior divulgador da Telexfree e chegou a captar investidores para a Minerworld.</p>
<p>No vídeo, Clair Berti ou Yatri — como é conhecido — afirma que ficou “pesquisando sobre a Unick” e que chegou a conclusão de que ela não é uma pirâmide. Ele disse que ‘falou muito mal da empresa e que não faria parte dessa pirâmide financeira”, mas que depois reviu seu conceito.</p>
<p>Ele afirma que viu no site <a href="http://www.xn--tenhodvidas-tcb.com/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">www.tenhodívidas.com</a> uma denúncia de que a Unick Forex usa esquema de pirâmide. “Tudo para eles é golpe financeiro. Qualquer empresa de Marketing Multinível é pirâmide financeira”.</p>
<p>Nesse momento ele está com uma matéria na tela que aponta sobre a <a href="https://tenhodividas.com/piramide-unick-forex-nao-paga-cvm-avisou-que-esta-ilegal" rel="noreferrer noopener" target="_blank">decisão da Comissão de Valores Mobiliários considerar ilegal</a> a atividade da Unick Forex.</p>
<p>Nisso, ele constrói toda uma argumentação para retirar a credibilidade da denúncia, associando o site à ideal socialista, sendo que o site não tem uma propaganda de cunho político.</p>
<p>Berti disse que o “Tenho Dívidas” era sustentado pelo governo do PT para “atacar as empresas de Marketing Multinível”.</p>
<p>“Ano passado (2018) foi um ano político. E, o PT sempre foi socialista. Sempre foi contra o Marketing Multinível. O Socialismo não é a favor de que as pessoas ganhem dinheiro. O objetivo é destruir o Marketing Multinível”, afirma.</p>
<p>A defesa de Berti na Unick Forex, contudo, não é gratuita. Ele construiu <a href="https://www.yatri.com.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">um site</a> apenas para captar novos investidores nessa companhia de “Marketing Multinível”.</p>
<h2>Além da Telexfree</h2>
<p>Berti tem sido bem atuante no mercado. O problema é que as empresas que ele já apontou como legal não parecem ser bom negócio.</p>
<p>Segundo informações do grupo <a href="https://steemit.com/pt/@gapantiponzi/gap-lanca-a-serie-os-maiores-faraos-do-brasil-inaugurando-clair-berti-vulgo-yatri-um-vagabundo-que-nao-aprendeu-outra-coisa-na" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Gap Antiponzi</a>, Berti tem promovido diversas companhias suspeitas de esquema de pirâmides como a “Bbom, Click Dreams, Neonn Corporation, Click Clube, Fuel Age, Mandala da Prosperidade, Bit Colibri, OnnFleek, além da Minerworld.</p>
<p>Na Minerworld, ele possuia um link pelo qual aparece que a pessoa “foi convidada por Clair Berti”.</p>
<p>Essa companhia, que trabalhava com investimentos em mineração de criptomoedas, encerrou suas atividades em meio a um escândalo ocorrido em junho de 2018 que terminou na justiça.</p>
<p>Os sócios da Minerworld foram acusados pelo Ministério Público do Mato Grosso do Sul de promover esquema fraudulento com características de pirâmide financeira e lesar mais de 50 mil clientes investidores.</p>
<p>O prejuízo <a href="https://portaldobitcoin.com/justica-determina-bloqueio-de-r-300-milhoes-da-minerworld-bitofertas-e-bitpago/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">causado superaria a marca de 300 milhões de reais</a>. Esse valor, contudo, nem se compara com os <a href="https://jornalggn.com.br/economia/justica-do-acre-bloqueia-r-6-bilhoes-em-conta-da-telexfree/">R$6 bilhões bloqueados</a> das contas da Telexfree, em 2013 pela justiça do Acre.</p>
<p>Antes desse bloqueio, o defensor da Unick Forex, conseguiu mais do que multiplicar seus ganhos na Telexfree. Com um investimento inicial de R$600, Berti chegou a faturar R$ 4 milhões, usando o chamado sistema de “Marketing Multinível”, segundo informações do Jornal Folha de Videira.</p>
<p>Três anos após o incidente, ele disse para esse jornal do pequeno município de Videira (Santa Catarina) que a decisão da justiça do Acre era algo político e que o Ministério Público havia cometido um erro.</p>
<p>“Nós fomos lá no Acre pra verificar a real situação, tanto que não foram encontradas provas de que a Telexfree é uma pirâmide financeira, mas o governo disse ‘nós vamos bloquear e acabou, quem quiser que vá atrás da justiça, nós não vamos liberar!’ O dinheiro ficou pro Acre, ninguém conseguiu recuperar o dinheiro, ninguém conseguiu recuperar o investimento. (…) Agora quem fez a coisa errada na verdade foi o Ministério Público”.</p>
<h3>Processo penal</h3>
<p>Não só a Telexfree ou a Minerworld geraram problemas. O próprio Clair Berti está respondendo uma ação penal, a qual tramita na Vara Criminal da Comarca de Videira do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.</p>
<p>Os autos do processo de nº <a href="https://bit.ly/2TzSXi9" rel="noreferrer noopener" target="_blank">0001809-46.2017.8.24.0079</a> não estão totalmente disponíveis,mas pelo que está público se trata de crimes contra a Economia Popular.</p>
<p>A ação movida pelo Ministério Público do Estado de Santa Catarina veio partir do inquérito policial nº 331.16.0002, feito pela Delegacia de Polícia da Comarca de Videira (SC).</p>
<p>A denúncia foi aceita, em agosto de 2018, pela juíza Marta Regina Jahnel, uma vez que “existe prova da materialidade (ocorrência) do crime e indícios suficientes de autoria, pelo que existe justa causa para a deflagração da presente ação penal”.</p>
<h3>Semelhanças entre Minerworld e Telexfree</h3>
<p>Além de se ter Clair Berti como um divulgador em comum, a Minerworld e a Telexfree usavam <a href="https://portaldobitcoin.com/defesa-minerworld-cita-caso-telexfree/">esquemas fraudulentos semelhantes</a>.</p>
<p>Os advogados de defesa de um dos supostos sócios da Minerworld, Ivan Felix, que fazia parte de um grupo interno da empresa denominado G10, apresentaram como peça-chave uma decisão do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), de 2013, que foi favorável à Telexfree, também investigada como suposta pirâmide financeira.</p>
<p>Isso foi até argumentado pelo advogado de defesa da ré Rosineide Lima, também denominada G10 da Minerworld. A defesa simplesmente afirmou que “os tribunais pátrios refutam a existência dessa relação de consumo quando se estiver diante de pirâmides financeiras”.</p>
<h3>Caso Unick</h3>
<p>A equipe de reportagem, assim como fez com o caso Minerworld, tem acompanhado de perto a Unick Forex depois que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em janeiro, <a href="https://portaldobitcoin.com/acusada-de-piramide-unick-forex-desafia-cvm-e-continua-com-ofertas-em-criptomoedas/">proibiu</a> essa empresa de fazer oferta pública de investimentos.</p>
<p>A companhia, que atua fazendo arbitragem de criptomoedas, não acatou a determinação da autarquia, continuando a exercer suas atividades normalmente e sem limites.</p>
<p>Antes de Clair Berti, a Unick Forex contou com a <a href="https://portaldobitcoin.com/bombeiros-ilegal-unick-forex-militares/">colaboração de um oficial do corpo de bombeiros do Amazonas</a> na divulgação de seu trabalho. O então comandante-geral da corporação, coronel Mauro Marcelo Lima Freire, chegou a palestrar sobre o grupo de investimentos dentro do próprio comando, o que é considerado uma violação ao estatuto dos militares (Lei 6.880/80).</p>
<p>Apesar dela se autodenominar como uma companhia de Marketing Multinível, como fizeram tantas outras, a CVM classificou sua atuação como esquema de pirâmide financeira.</p>
<h3>Uma sútil diferença</h3>
<p>A linha entre Marketing Multinível e o esquema de pirâmide é bem tênue. A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) em parceria com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), chegou até a lançar em 2013 uma <a href="https://bit.ly/2MsqcQM" rel="noreferrer noopener" target="_blank">cartilha</a> explicando a diferença entre os dois.</p>
<p>Segundo o Boletim de Proteção do Consumidor/ Investidor — CVM/Senacon, nos esquemas fraudulentos “não há a venda de um produto real que permita sustentar legitimamente os ganhos dos participantes” e essa é a principal diferença entre o marketing multinível e as pirâmides.</p>
<p>“Os planos de marketing multinível são estruturados para vender produtos reais, efetivamente utilizados por consumidores, sendo a compensação dos distribuidores ou revendedores decorrentes, principalmente, de efetivas vendas e não do recrutamento de novos membros. Pirâmides financeiras têm por finalidade obter recursos dos novos integrantes e é essa prioridade que acaba influenciando as características da oferta, quando elas assumem a forma de marketing multinível.”</p>
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<p>Fonte: Portal Bitcoin</p>
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		<title>Fraude nos precatórios: credores do Estado devem procurar MP</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2014 21:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO PENAL]]></category>
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		<category><![CDATA[FRAUDE]]></category>
		<category><![CDATA[PRECATÓRIOS]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 25, o Promotor de Justiça da Especializada Criminal Ricardo Herbstrith fez um alerta aos precatoristas para que procurem o Ministério Público, a Central de Precatórios do Tribunal de Justiça do Estado e seus <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=1510">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 25, o Promotor de Justiça da Especializada Criminal Ricardo Herbstrith fez um alerta aos precatoristas para que procurem o Ministério Público, a Central de Precatórios do Tribunal de Justiça do Estado e seus Advogados para saber se sua situação está regular. A orientação ocorre em virtude da descoberta de uma fraude de, pelo menos, R$ 14 milhões nos precatórios do Estado, entre pagamentos e cessões de créditos. O telefone do MP para contato é o 32958955.</p>
<p>A Operação Precatórios – que cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em tabelionatos, escritórios de advocacia e residências em Porto Alegre e Capão da Canoa – investiga 23 pessoas suspeitas de participarem do esquema. Foram apreendidas mídias, HDs, celulares, tablets e documentações, que integrarão o procedimento investigatório criminal. Nesta quinta-feira, os investigados serão ouvidos e, depois do início de março, será a vez das vítimas já detectadas darem seu depoimento à Promotoria de Justiça Especializada Criminal.</p>
<p>“Era uma operação sofisticada já pela natureza do objeto, um precatório, e era preciso ousar com a elaboração de uma escritura pública com documento e identidade visual falsa, e depois dessa cessão fraudulenta, ainda procurar quem comprasse os títulos”, analisou Ricardo Herbstrith.</p>
<p>COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA</p>
<p>Em abril de 2013, o MP recebeu informações do Tribunal de Justiça do Estado sobre anomalias em processos de créditos precatórios cujos autores jamais haviam negociados seus valores com empresas ou escritórios de advocacia. Em um dos casos, por exemplo, o credor do Estado já faleceu há 30 anos, mas o criminoso conseguiu falsificar os documentos da vítima que, hoje, teria 100 anos de idade.</p>
<p>Por meio de intermediários, os fraudadores procuravam empresas com dívidas fiscais, utilizando informações que são de conhecimento geral de quem atua nesse mercado paralelo. Sabendo o valor da dívida de uma empresa com o Estado, as organizações criminosas procuravam precatórios de valor semelhante junto ao Setor de Processamento de Precatórios do TJ. Um servidor da Instituição foi exonerado em 2012 por ter participação no esquema, e a Corregedoria do Judiciário analisa a documentação das investigações do MP.</p>
<p>Para poder acessar os processos, eles fraudavam um pedido de cálculo atualizado, com documento com assinatura do autor da ação falsificada. Com a certidão, os fraudadores negociavam os créditos com as empresas devedoras. Os valores variavam com o vencimento do precatório: quanto mais próximo do vencimento, maior o valor de mercado. Em média, as empresas pagavam 20% do valor aos atravessadores, que elas supunham ser representantes das vítimas. Recebiam, então, 80% do valor da causa para quitar débitos com o Estado. Para confirmar que a transação era real, os advogados das empresas pediam a carga do processo de execução e, ao constatarem que o processo existia, autorizavam a negociação.</p>
<p>PAGAMENTO</p>
<p>Com o sinal verde do comprador, era então marcada a cessão de créditos, feita obrigatoriamente em um Tabelionato de Notas, que podia ser um estabelecimento previamente escolhido ou simplesmente não lavravam a procuração. No primeiro caso, os criminosos levaram pessoas com um RG falsificado em nome do autor da ação, para então lavrar uma procuração dando poderes aos fraudadores. No segundo caso, foi dada preferência em levar o suposto credor do processo, pois assim seus nomes não apareceriam nos documentos. Então era lavrada uma escritura pública de cessão de crédito à empresa, que pagava o feito aos supostos procuradores.</p>
<p>Com o negócio concretizado, eles precisavam dar uma destinação aos valores obtidos das empresas. Foi possível constatar que existia uma preferência por abertura de contas fantasmas, em nome das próprias vítimas, utilizando os mesmos documentos falsificados. Outra forma de lavar o dinheiro era depositar os valores em contas de pessoas jurídicas. Finalmente, os valores eram sacados e chegavam às mãos dos criminosos.</p>
<p>Ouça <strong><a href="http://www.agenciaradioweb.com.br/novosite4/mp/corporadio.php?id=187258">aqui</a></strong> o boletim da Rádio MP.</p>
<div>
<div><a title="Precatoristas devem procurar o MP" href="http://www.mprs.mp.br/media/imprensa/2014/02/34641_640_480__coletivaopprecatorio2.jpg"><img id="foto_idx1" src="http://www.mprs.mp.br/media/imprensa/2014/02/34641_190_190__coletivaopprecatorio2.jpg" alt="" border="0/" /></a></p>
<div>Precatoristas devem procurar o MP</div>
</div>
</div>
<p>Fonte: <strong>Agência de Notícias</strong><br />
<a href="mailto:imprensa@mprs.mp.br">imprensa@mprs.mp.br</a><br />
(51) 3295-1820</p>
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