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	<title>Ferrasso AdvogadosFerrasso Advogados &#187; cooperativas</title>
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		<title>Finanças rejeita inclusão de cooperativas no Supersimples</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 12:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Finanças e Tributação]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Hildo Rocha (PMDB-MA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Rejeita]]></category>
		<category><![CDATA[Supersimples]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou seis projetos de lei complementar que autorizam a inclusão das cooperativas no Simples Nacional (Supersimples). Todos os projetos estavam apensados ao PLP 32/07, do ex-deputado Nazareno Fonteles. &#160; O relator, deputado Hildo Rocha <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=3861">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou seis projetos de lei complementar que autorizam a inclusão das cooperativas no Simples Nacional (Supersimples). Todos os projetos estavam <ins title="Instrumento regimental que permite a tramitação conjunta de proposições do mesmo tipo que tratem de matéria idêntica ou semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, mas oferecerá somente um parecer. Se aprovar mais de um projeto apensado, o relator apresentará um texto substitutivo ao original. Poderá, ainda, recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais.">apensados</ins> ao PLP <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/113845.html">32/07</a>, do ex-deputado Nazareno Fonteles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O relator, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), explicou que medidas que concedem benefícios fiscais, como a simplificação de impostos – que resulta em menos arrecadação –, devem vir acompanhadas de um estudo de impacto e com medidas para compensação. “Dessa forma, essas proposições não podem ser consideradas adequadas orçamentária e financeiramente”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das propostas (PLP 74/07), do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), está incluído, mas propõe excluir do Supersimples todas as cooperativas, inclusive as de consumo, que atualmente podem optar pelo sistema simplificado. Nesse caso, o relator apenas recomendou a rejeição da proposta, sem considerá-la inadequada do ponto de vista orçamentário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
Apesar de rejeitadas, as propostas, como qualquer projeto de lei complementar, precisam ser votadas pelo Plenário. Porém, a única proposta que não foi considerada inadequada acabou rejeitada também pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. Por esse motivo, a tramitação poderá ser dificultada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ÍNTEGRA DA PROPOSTA:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345907">PLP-32/2007</a><br />
<a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=355979">PLP-74/2007</a></p>
<p>&nbsp;<br />
Reportagem &#8211; Marcello Larcher<br />
Edição &#8211; Sandra Crespo</p>
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		<title>Cooperativas devem registrar atos na junta comercial</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 02:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO EMPRESARIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Junta Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de serem equiparadas às sociedades simples pelo CC/02, as cooperativas devem registrar seus atos na Junta Comercial e não no cartório de registro Civil de Pessoas Jurídicas. Assim decidiu a 6º turma do TRF da 3ª região, ao dar <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=2825">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Apesar de serem equiparadas às sociedades simples pelo <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI216346,11049-Cooperativas+devem+registrar+atos+na+junta+comercial" target="_self">CC/02</a>, as cooperativas devem registrar seus atos na Junta Comercial e não no cartório de registro Civil de Pessoas Jurídicas. Assim decidiu a 6º turma do TRF da 3ª região, ao dar provimento à remessa oficial e ao apelo da União e denegar o pedido de uma cooperativa de se inscrever no CNPJ sem antes realizar registro na junta comercial.</p>
<p></span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">No processo, a cooperativa sustenta que o novo CC alterou o órgão competente para registro das sociedades cooperativas, pois ao distinguir as sociedades empresárias das sociedades simples e estabelecer regras distintas para elas, enquadrou as cooperativas, independentemente de seu objeto, no rol das sociedades simples.</p>
<p></span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em 1º grau, foi deferida a liminar e, posteriormente, proferida sentença de procedência do pedido, ordenando a inscrição da impetrante no CNPJ.</p>
<p></span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em seu recurso, a União alega que, embora o novo CC considere a cooperativa como sociedade simples independentemente de seu objeto e estabeleça que elas vinculam-se ao Registro Civil das Pessoas Jurídicas, há disposições específicas para a sociedade cooperativa contidas nos artigos 1.093 a 1.096, o que torna claro que a lei das cooperativas <span style="font-size: xx-small;">(</span><a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI216346,11049-Cooperativas+devem+registrar+atos+na+junta+comercial" target="_self"><span style="font-size: xx-small;">lei 5.764/71</span></a><span style="font-size: xx-small;">)</span> não foi revogada pelo novo CC.</p>
<p></span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O relator do processo no TRF da 3ª região, desembargador Johonsom Di Salvo, acatou o pedido da União e considerou legal o ato da Receita em não providenciar a inscrição da cooperativa no CNPJ, antes do registro na Junta Comercial.</span></span></span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><em>&#8220;A sociedade cooperativa encontra-se sujeita à inscrição na Junta Comercial, por força de previsão em lei especial (lei 5.764/71, art. 18), conforme ressalvas dos artigos 1.093 e 1.096, ambos do Código Civil.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O magistrado esclareceu que apenas no ponto que a lei de regência das cooperativas for omissa é que se aplicam as disposições referentes às sociedades simples.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">Processo</span>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI216346,11049-Cooperativas+devem+registrar+atos+na+junta+comercial" target="_self">0022544-20.2005.4.03.6100/SP</a></span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Veja o <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2015/2/art20150227-16.pdf" target="_blank">acórdão</a>.</span></span></p>
<p align="justify">Fonte: TRF da 3ª região</p>
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		<title>PIS e Cofins incidem sobre receita de cooperativas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 20:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VINICIUS FERRASSO DA SILVA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITO TRIBUTÁRIO]]></category>
		<category><![CDATA[PIS e COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[VINICIUS FERRASSO DA SILVA]]></category>

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		<description><![CDATA[O plenário do STF deu provimento nesta quinta-feira, 6, a dois recursos da União, com repercussão geral reconhecida, que questionavam decisões da Justiça Federal que afastaram a incidência de PIS e Cofins sobre receitas de cooperativas que atuam no setor <a class="more-link" href="http://www.ferrasso.com.br/blog/?p=2434">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O plenário do STF deu provimento nesta quinta-feira, 6, a dois recursos da União, com repercussão geral reconhecida, que questionavam decisões da Justiça Federal que afastaram a incidência de PIS e Cofins sobre receitas de cooperativas que atuam no setor de serviços. Por unanimidade, os ministros entenderam que as cooperativas geram receitas, portanto, não são imunes à incidência de tributos.</span></span></span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><img src="http://www.globalframe.com.br/gf_base/empresas/MIGA/imagens/929B82F42B68EE7A9ABC190B599D26CF6858_STF%207-11.jpg" alt="" border="0" /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">As decisões questionadas beneficiavam a Unimed de Barra Mansa/RJ e a Uniway – Cooperativa de Profissionais Liberais. Segundo o presidente da corte, ministro Ricardo Lewandowski, os julgamentos significarão a solução de pelo menos 600 processos sobrestados na origem.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Além de reafirmar que as cooperativas não são imunes à incidência dos tributos, o plenário firmou a tese de que incide PIS sobre atos praticados pelas cooperativas com terceiros tomadores de serviços, resguardadas exclusões e deduções previstas em lei. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><strong>Tratamento adequado</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">No RExt (<a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">599362</a>) que discutia a incidência do PIS sobre as receitas das cooperativas, o ministro Toffoli, relator, citou precedente da Corte (<a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">RExt 141800</a>), no qual se reconheceu que o art. 146, inciso III, alínea “c”, da <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">CF</a> não garante imunidade, não incidência ou direito subjetivo à isenção de tributos ao ato cooperativo. É assegurado apenas o tratamento tributário adequado, de forma que não resulte em tributação mais gravosa do que aquela que incidiria se as atividades fossem realizadas no mercado. </span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><em>&#8220;Não se pode inferir, no que tange ao financiamento da seguridade, que tinha o constituinte a intenção de conferir às cooperativas tratamento tributário privilegiado.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">No caso das cooperativas de trabalho, ou mais especificamente, no caso de cooperativas de serviços profissionais, a operação realizada pela cooperativa é de captação e contratação de serviços para sua distribuição entre os cooperados. Nesse caso, específico da cooperativa recorrida no RE, o ministro também entendeu haver a incidência do tributo. </span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><em>&#8220;Na operação com terceiros, a cooperativa não surge como mera intermediária, mas como entidade autônoma.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Esse negócio externo pode ser objeto de um benefício fiscal, mas suas receitas não estão fora do campo de incidência da tributação. Como o PIS incide sobre a receita, afastar sua incidência seria equivalente a afirmar que as cooperativas não têm receita, o que seria impossível, uma vez que elas têm despesas e se dedicam a atividade econômica. </span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><em>&#8220;O argumento de que as cooperativas não têm faturamento ou receita teria o mesmo resultado prático de se conferir a elas imunidade tributária.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><strong>Revogação</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Sob relatoria do ministro Fux, o <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">RExt 598085</a> discutia a vigência do art. 6º, inciso I, da <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">LC 70/91</a>, segundo o qual eram isentos de contribuição os atos cooperativos das sociedades cooperativas. Para o relator, são legítimas as alterações introduzidas pela <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">MP 1.858/99</a>, no ponto em que foi revogada a isenção da Cofins e do PIS concedida às sociedades cooperativas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Fonte: Processos relacionados: </span></strong><a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">RExt 599362</a> e <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI210767,41046-PIS+e+Cofins+incidem+sobre+receita+de+cooperativas" target="_self">RExt 598085</a></span></p>
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